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3 de fevereiro de 2010

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Tribos Urbanas - Os Mods












Dando inicio a uma nova series de postagens vamos apresentar as tribos urbanas que andam por ai fazendo a cabeça da moçada.
No primeiro “Post” da serie pesquisada por mim na internet e também através de conversas com pessoas que encontro mundo afora vamos falar da Cultura Mod’s.

Os Mods a principio surgiram em Londres, sendo um fenômeno tipicamente Britânico com garotos obcecados pelas tendências da moda e estilos musicais cuja suas famílias de classe média eram ligadas ao comercio de tecidos na metade dos anos 60. Suas influencias musicais iam de bandas como The Who, Small Faces, Yardbirds, The Action entre tantas outras, e adoravam ritmos americanos além do Jazz, a Soul Music e também o Rhythm and Blues.

Com a explosão da Pop Art e suas cores na Inglaterra os Mods absorveram como nenhuma outra cultura tinha feito até então, com tamanha influencia das artes plásticas diretamente ligadas ao seu estilo, aos modos de se portar e se vestir; em suas roupas percebia-se aquele tradicional estilo inglês de confecção, mas com um incrível toque fashion: jaquetas estruturadas, calças de corte reto, gravatas finas e botas de couro.

O cenário Britpop dos anos 90 também demonstrou claras influências Mod, com bandas como Oasis, Blur e Ocean Clour Scene e nos dias atuais muitos jovens se identificam com essa cultura e andam por ai a caráter, fazendo ressurgir um pouco da essência Mod dos anos 60 e além disso muitos estilistas acrescentam em suas coleções um pouco dessa cultura.





O símbolo usado pelo movimento mod é originário da Pop Art, e foi baseado no símbolo usado nos aviões da RAF durante a Segunda Guerra Mundial.

22 de janeiro de 2010

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Ouvi muito lá no ano passado...

Estamos em janeiro, mas ainda dá tempo para aquelas listinhas de "melhores de 2009" não é?
Fiz a minha, nem tão extensa, mas com bom conteúdo acredito. Selecionei os 4 discos que eu mais ouvi ano passado, aqueles que, música alguma, não escapou de ser cantado no chuveiro, e que até minha mãe cantarolava pela casa. "Bora lá?"




1. Ludov - Disco Paralelo
Disco Paralelo é de 2007 e o segundo álbum do Ludov. Eu fiquei viciada em todas as músicas. São maduras, com letras simples e belas, que preenchem melodias sutis. Enfim, é um cd simples, mas que consegue conquistar já na primeira faixa, Ciência, faz refletir na inteligente, Delírio (Sob as Asas), e termina com a dançante Urbana.
Disco Paralelo foi produzido por Chico Neves, o mesmo que já produziu Los Hermanos, Skank e Paralamas do Sucesso. Destaque para a belíssima voz da vocalista Vanessa Krongold.



2. Manacá - Manacá
Descobri Manacá como muitas outras pessoas, depois que assisti o seriado Capitu. As músicas da banda fizeram parte da trilha sonora, e a vocalista, Letícia Persiles, interpretou Capitu quando jovem. Sim, é a mocinha da tatuagem bonita no ombro.
Manacá é uma das poucas bandas que ultimamente soa originalidade. O som tem algo folclórico, tropicalista com pitadas de um rock pesado, é difícil determinar uma só vertente para as músicas da banda. Creio que seja apenas música boa e nada mais.
Eles lançaram ano passado o primeiro disco. Destaco Canto de Ossanha, que é uma ótima versão do clássico de Vinicius de Moraes e Badden Powell, que já foi gravado por diversas cantoras, como Elis Regina. Desejado e O Galo Cantou são ótimas músicas para se começar.



3. Maria Gadú - Maria Gadú
Maria Gadú é uma daquelas cantoras que surpreendem. Ela possui um timbre de voz lindo. E suas músicas são muito gostosas de se ouvir. O seu primeiro disco, homônimo, foi lançado ano passado, e causou furor entre os críticos. A jovem cantora tem arrancado elogios de veteranos como Milton Nascimento, Herbert Viana e tantos outros. Suas composições mescla o bom do samba com o melhor da música brasileira. Ressalto as músicas Altar Particular e Escudos.



4. Tiê - Sweet Jardim
Posso dizer que Sweet Jardim é um disco encantador, claro, para aqueles que gostam de músicas cantadas de forma suave. E suavidade é algo que não falta a Tiê. Este é o primeiro disco da cantora paulista de 27 anos, todas as canções são compostas por ela e são autobiográficas, segundo Tiê. Dá para ouvir o disco do começo ao fim sem pular as faixas. As minhas favoritas são Chá Verde, Sweet Jardim (quem tem a participação do cantor Toquinho ao violão) e Assinado Eu.

Para quem não conhecia, fica a dica para ouvi-los muito durante este ano.

15 de janeiro de 2010

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Tecnologia - Inclusão Digital

Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que 25 milhões de brasileiros acessaram a internet no ano passado. O estudo foi realizado entre setembro e outubro do ano passado, em 11 praças brasileiras, e mostrou um crescimento de 10% no uso da web nos dois últimos anos.

A pesquisa apontou também, que entre as 17 mil pessoas entrevistadas, que acessam a rede por meio de outros equipamentos que não o computador, 66% navegam pelo celular, 21% por smartphones com conexão 3G, 9% usam a web no computador de mão e 3% por meio de smartphones sem tecnologia 3G. Entre eles, cerca de 25% acessam a internet diariamente.

Concluímos com isso que a internet móvel no Brasil tem se tornado um meio importante de acesso à rede, e cada vez mais tem tomado proporções maiores e mais significativas.

13 de janeiro de 2010

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Literatura - A Casa de Virginia W. - Alicia Giménez Bartlett

Há um tempo fui a uma banca de jornal e tive uma espécie de "magnetismo universal", que levou-me até este livro: A Casa de Virginia W. (Ediouro, 2005), da autora espanhola Alicia Giménez Bartlett. Nesta época não sabia o quanto Virginia Woolf era maravilhosa e inspiradora e da existência do chamado grupo de Bloomsbury.

Virginia Woolf nasceu em Londres no ano de 1882 e cometeu suicídio no ano de 1941. É uma da mais importantes escritoras britânicas e, sem dúvida, uma das minha favoritas.

A Casa de Virginia W. é um apanhado dos diários de Nelly Boxall, que serviu a casa dos Woolf durante 18 anos. Nelly e Virginia tinham um relacionamento de admiração, compaixão e inveja. Em seus diários Nelly descreve os hábitos dos Woolf, as crises e doença de Virginia, e principalmente a delicada relação entre patroa e empregada.

A autora sentiu-se instigada a pesquisar sobre Nelly Boxall, lendo um dos diários de Virginia, onde havia uma menção a Nelly: "Se este diário não tivesse sido escrito por mim e um belo dia caísse em minhas mãos, eu tentaria escrever um romance sobre Nelly, a personagem. Toda a história entre nós duas, os esforços de Leonard e meus por nos livrarmos dela, nossas reconciliações." A partir deste momento Alicia foi invadida por uma obsessão e foi buscar informações sobre Nelly. Descobriu então que ela escreveu diários, e com quem estavam. Iniciou então este maravilhoso livro, que é composto por vários fragmentos dos diários de Nelly Boxall com retalhos do romance baseado em fatos reais. Também há um testemunho sobre a estada de Alicia em Londres.

Este livro é sem dúvida -para um fã de Virginia-, uma oportunidade de conhecer outras faces da autora.



6 de janeiro de 2010

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Musica - The Pains of Being Pure at Heart

Uma das bandas que mais se destacou no cenário musical de 2009 foi a banda nova iorquina “The Pains of Being Pure at Heart” com seu rock rasgado e melodias que conquista quem já se amarra em indie-pop e shoegaze. Suas musicas a principio quando escutadas não parece nada de novo para quem já acompanhava bandas como Belle And Sebastian, My Bloody Valentine, The Jesus and Mary Chain e outras, mas com uma visão mais apurada percebemos que em sua essência a banda “The Pains of Being Pure at Heart” é a típica banda que nos envolve em suas melodias e nos faz recordar algumas das coisas marcantes que vivemos. Como outras já fizeram, e até hoje muitas buscam esse sentimento único.
A banda formada em 2007 lança seu álbum de estréia no inicio de 2009 e já conta com uma legião fãs espalhado pelo mundo todo.
A banda realmente não precisa provar como muitos andam discutindo por ai, pois ela é sem duvida alguma a mais pura e sincera soma das partes que a integra.

Estão em turnê pelo Japão, Austrália, e toda Europa e esperamos ansiosos pela presença deles por aqui também.

Divulgue por ai

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