Postagens recentes

PersepolisPersepolis Lançado e publicado a pouco mais de um ano aqui no Brasil pela editora Cia. Das Letras, “Persepolis” é um livro em forma de quadrinhos memorável, onde a protagonista...

Leia mais

UFSC1ª Semana da Computação Entre os dias 11 e 15 de Maio foi realizada no campus da UFSCAR em Sorocaba a 1ª Semana da computação e tecnologia que visa disseminar conhecimentos específicos de....

Leia mais

BoyBig boy - O Disc jockey "da pesada" Ele foi responsável pelo crescimento da música estrangeira no Brasil. Na época, para chegar aqui o que era produzido lá fora, demorava de dois a três meses e ele inteligentemente...

Leia mais...

26 de fevereiro de 2010

0
A arte de escrever

O que significa Literatura?

Pode ser definida como a arte de compor textos artísticos de qualquer gênero, como por exemplo, a poesia, o romance, a ficção e até mesmo contos infanto-juvenis. Atualmente, temos muitos exemplos de literatura, como o líder de vendas, Paulo Coelho, o qual muitos gostam e outros tantos odeiam.










O controverso Paulo Coelho



Em contrapartida, existe uma explosão de história fictícias infanto-juvenis. Tudo iniciou com a febre Harry Potter e a série O Senhor dos Anéis. Graças a essas duas séries, que também fizeram muito sucesso através dos cinemas, muitas outras histórias fictícias estão surgindo no mercado, como por exemplo Eragon e sua trilogia. Outro título é A Bússola de Ouro, que também foi adaptado ao cinema. Basta uma olhada na livraria para encontrar muitas histórias desse tipo.










Primeiro livro da série O Senhor dos Anéis



Recentemente, na região de Sorocaba, houve um concurso de literatura realizado pelo jornal Cruzeiro do Sul. Participei e acabei ficando em décimo lugar com uma obra infanto-juvenil. Entrei em contato com os participantes e troquei experiências sobre os tipos literários que cada um escreveu. A grande maioria também fez obras fictíceas infanto-juvenil. Mas infelizmente, um comentário feito por um integrante insatisfeito me chamou a atenção:


"Muitos se renderam a criar uma cidade imaginária e nela recriar as relações humanas, sempre tendo como pano de fundo a discussão dos valores. Não sou muito afeito a esse tipo de literatura, me parece ruim para dizer a verdade (...) a literatura é, para mim, o único espaço onde a verdade deve ser respeitada" (????)

A primeira coisa que devemos respeitar quando falamos em Literatura é o fato dela permitir vários gêneros literários. A pessoa acima, que não citarei quem é, simplesmente ignora essa definição. Pode ser uma opinião da pessoa, mas mesmo assim, ele chega a ofender quem escreve infanto-juvenil. Afinal, o que é escrever sobre a realidade?

É mostrar que em nosso país existe violência, corrupção e muitos outros problemas? Realmente, os autores que se rendem a criar mundos imaginários e discutir valores humanos fazem uma Literatura ruim. Afinal, a discussão de valores, mesmo em um mundo fictício, serve para mostrar que pode existir violência e corrupção em qualquer lugar, mas como é mundo fictício, os autores sonham, lutam e criam personagens capazes de mudar essa "realidade". Podemos dizer que não passa de um sonho. Uma filosofia oriental diz:

"O homem que para de sonhar, para de viver também"

A arte de escrever, a Literatura, vai além de só mostrar a realidade. É necessário respeitar todos os gêneros acima de tudo, afinal, a escrita engloba tudo. Quem consegue criar um mundo imaginário, é porque ainda tem muitos sonhos pela frente!


20 de fevereiro de 2010

0
The Biggs

Desde o evento chamado de Circadélica, organizado em 2001 - na despedida para a turnê da banda Wry pela europa, o Almanaque acompanha as boas bandas que tocaram no evento.
Uma das bandas que esteve no evento, e tivemos o prazer de rever na 3ª edição do Grito Rock, é a banda Sorocabana - The Biggs.
The Biggs, com mais de 15 anos de bagagem, é uma banda independente que tem como line-up duas mulheres no comando e um baterista com uma postura de palco fora do comum. Com influências diretas de The Stooges, Sonic Youth e Ramones, eles levam o que pode se chamar de rock underground brasileiro, no qual a banda se mostra muito fiel ao cenário há mais de 10 anos.

O Almanaque Jovem acompanha o Biggs desde as gloriosas fitas K7, de trabalho gravado como See Stars(1997) até o cd The Roll Call(2007), ultimo trabalho da banda.
O que se percebe no som da banda de 1997 para cá é a evolução, não apenas do som, mas nas letras, que abordam temas como feminismo, funk e underground.

Vale a pena conferir o som do Biggs! Confira os links:


Clipe I need More!

Baixe o som gratuitamente da banda the Biggs no download remunerado da Trama Virtual aqui.

16 de fevereiro de 2010

0
O festival Grito Rock

O Grito Rock é hoje o maior festival independente integrado da America Latina contando com a participação de mais de 40 cidades pelo Brasil e ultrapassa os limites tupiniquins; países como Argentina, Uruguai, Bolívia também aderiram ao projeto. O Festival fora desenvolvido pelo Circuito Fora do Eixo que é uma rede de trabalhos concebida por produtores culturais das regiões centro-oeste, norte e sul no final de 2005 que tem como objetivo estimular a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos nesta rota.
Música, cinema, teatro e artes visuais se encontram, revelando toda a diversidade da cultura produzida no âmbito da independência.

A equipe do Almanaque Jovem esteve acompanhando especificamente o evento em Sorocaba e o que se viu foi uma junção e a mistura de tribos que pouco se vê em outros shows. A galera compareceu e foi bem legal mostrando a importância de um evento como esse que é de entreter e unir pessoas com os mesmo objetivos e anseios, divulgar bandas da região e além de tudo trocar idéias e desenvolver novos projetos voltados à cultura que ainda é tão escassa em nosso país.

Algumas imagens capturadas pela nossa equipe no Festival em Sorocaba:



























Conheça algumas que tocaram no Grito Rock em Sorocaba:

The Biggs, Volpina , AtariFM , Fast Food Brazil , Os Pontas , Maquiladora , Aeromoças e Tenistas Russas , Nevilton , Chipanzé Club Trio , Esbórnia , Narcotic Love


Site oficial

Foradoeixo.org


13 de fevereiro de 2010

0
J-Pop?

J-Pop nada mais é que o pop, nosso velho e conhecido estilo musical do ocidente. No Japão esse termo é usado para um tipo de música que é voltado para o público jovem, que leva a sério os seus ídolos.
Tanto as bandas quanto os cantores japoneses procuram sempre ser originais, mesmo quando tentaram suas primeiras composições lá na década de 60 com algumas palavras em inglês, hábito que dura até hoje em boa parte das canções japonesas.
A indústria musical do Japão possui uma preocupação enorme com a estética visual de seus artistas, que é a indentidade deles. É por conta desse apelo visual, que são reconhecidos e imitados pelos fãs em todo o mundo.

L'arc en Ciel

No Brasil existem diversas bandas covers desse estilo. Geralmente elas se apresentam em eventos nipônicos, como o tradicional Anime Friends e Anime Dreams, que acontece em São Paulo, e tantos outros espalhados pelo país.

A banda considerada mais popular no Japão é a L'arc en Ciel, que ganhou notoriedade e popularidade aqui no Brasil por causa da música Ready Steady Go, tema de abertura do animê Full Metal Alchemist. Asian Kung Fu Generation é outro exemplo de banda que ganhou destaque no Brasil por ter música em algum animê. Já assistiu Naruto né? Aquela música que todo otaku que se preze sabe cantar, a Haruka Kanata, é da banda AKFG.

Ayumi Hamasak

Entre as mulheres temos a Ayumi Hamasaki, que é considerada entre os japoneses como a Imperatriz do Pop, tendo alcançado grande sucesso e recordes de vendas por lá. A dupla Puffy AmiYumi também faz bastante sucesso nos EUA e no Brasil, além de cantarem o tema de abertura do desenho animado Jovens Titãs, as duas foram transformadas em personagens animados. HIHI Puffy AmiYumi, foi criado pelos produtores do canal pago Cartoon Network.


Puffy AmiYumi


Quer conhecer mais sobre J-Pop? Acesse o site J-Pop.com.br, lá há tudo sobre o assunto.

3 de fevereiro de 2010

0
Tribos Urbanas - Os Mods

Dando inicio a uma nova series de postagens vamos apresentar as tribos urbanas que andam por ai fazendo a cabeça da moçada.
No primeiro “Post” da serie pesquisada por mim na internet e também através de conversas com pessoas que encontro mundo afora vamos falar da Cultura Mod’s.

Os Mods a principio surgiram em Londres, sendo um fenômeno tipicamente Britânico com garotos obcecados pelas tendências da moda e estilos musicais cuja suas famílias de classe média eram ligadas ao comercio de tecidos na metade dos anos 60. Suas influencias musicais iam de bandas como The Who, Small Faces, Yardbirds, The Action entre tantas outras, e adoravam ritmos americanos além do Jazz, a Soul Music e também o Rhythm and Blues.
Com a explosão da Pop Art e suas cores na Inglaterra os Mods absorveram como nenhuma outra cultura tinha feito até então, com tamanha influencia das artes plásticas diretamente ligadas ao seu estilo, aos modos de se portar e se vestir; em suas roupas percebia-se aquele tradicional estilo inglês de confecção, mas com um incrível toque fashion: jaquetas estruturadas, calças de corte reto, gravatas finas e botas de couro.
O cenário Britpop dos anos 90 também demonstrou claras influências Mod, com bandas como Oasis, Blur e Ocean Clour Scene e nos dias atuais muitos jovens se identificam com essa cultura e andam por ai a caráter, fazendo ressurgir um pouco da essência Mod dos anos 60 e além disso muitos estilistas acrescentam em suas coleções um pouco dessa cultura.
O símbolo usado pelo movimento mod é originário da Pop Art, e foi baseado no símbolo usado nos aviões da RAF durante a Segunda Guerra Mundial.

Divulgue por ai

Share |